Prefeitura diz que servidores da Transalvador estão sendo maltratados pela população

In Cidade On
Agentes da Transalvador foram ameaçados com uma faca do tipo peixeira, na noite desse sábado (05), por homem inconformado com a fiscalização, após ter sido notificado por estacionamento indevido em vaga de idoso, no Largo da Mariquita, Rio Vermelho. Em tentativa de fuga, o agressor foi capturado por policiais e detido na 7ª Delegacia Circunscricional da Polícia Civil, no mesmo bairro, sob a acusação de desacato a funcionário público no exercício da função ou em razão dela, crime punido com detenção de seis meses a dois anos.
O superintendente da Transalvador, Fabrizzio Muller, esclareceu que, desde 2014, os agentes de trânsito são equiparados pela Constituição a outras esferas policiais, como a Federal e a Militar, por exemplo. “Os agentes de trânsito são servidores públicos responsáveis pela segurança viária, conforme prevê o artigo 144 da Constituição Federal, servindo aos cidadãos, protegendo seus direitos, inclusive o direito à vida”, disse.
Este é o terceiro caso de agressão a agente de trânsito em menos de dez dias. Todos estão sendo investigados pela Polícia Civil e deverão ser punidos na esfera criminal, conforme determina a lei. Fabrizzio Muller reitera o repúdio às agressões, condenando o que chamou de “inversão de valor”. “O agente público é responsável pela aplicação da lei, que preserva a ordem e a convivência civilizada no trânsito. O desrespeito a ele significa um atentado à civilidade, ao bem-estar comum e à segurança nas vias”, disse.
Mas e quem fiscaliza a Transalvador? Quem protege à cidade das aberrações que são denunciadas diariamente pelos agentes dessa autarquia que é campeão de denuncias na controladoria da prefeitura de Salvador.
Recentemente, um jornalista, fotógrafo de um jornal de grande circulação foi espancado por prepostos da Transalvador. Silêncio. Nem uma palavra, o assunto morreu, e o mesmo secretário que acaba de defender seus comandados, trazendo à luz o artigo da lei que garante que arbitrariedade, disfarçadas de “Fé Pública”, sejam usadas como desculpa.
Todos nós queremos que à lei seja cumprida. Mas de maneira justa, não da forma arrendatória cmo acontece nessa cidade.
O secretário precisa fazer um exame de consciência e perceber que seus comandados não são tão inocentes como ele diz!

 

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