Apple é processada por permitir que Siri violasse a privacidade dos usuários

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Há algumas semanas, o The Guardian revelou que a assistente virtual do iPhone, a Siri, estava permitindo que funcionários terceirizados da Apple acessassem informações sensíveis dos usuários. Dando continuidade a essa polêmica, o Business Insider noticiou que, agora, a Maçã está enfrentando uma ação de classe sob a acusação de que a empresa está violando a privacidade dos clientes ao gravá-los sem o devido consentimento.

Quando a pessoa faz alguma solicitação à Siri, o nome do usuário e a solicitação realizada acabam sendo enviados aos servidores de reconhecimento de voz da Apple. Ali, os funcionários que realizam o controle de qualidade conseguem acesso a essas informações, expondo alguns dados sensíveis dos donos de iPhones.

Apesar de a Apple afirmar que os dados estão protegidos por não estarem associados ao Apple ID, impossibilitando a identificação da pessoa, obviamente, não foi o suficiente para abafar o caso, e vários usuários revoltados se juntaram para protocolar, nesta quarta (7), a ação de classe. A ação pede, principalmente, para que a Apple implemente medidas que solicitem o consentimento das pessoas antes de gravar as informações, além de exigir US$ 5.000 pela violação de leis de privacidade.

Vale lembrar que a Maçã armazenava as gravações de forma que os seus funcionários as revisavam para aumentar a precisão da Siri, e entregar uma melhor qualidade no atendimento na assistente virtual. Esse método foi utilizado também pela Amazon para melhorar a precisão da Alexa.

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