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Pesquisa Quaest: 36% aprovam governo Lula e avaliação positiva empata com reprovação

Levantamento mostra avaliação dividida da gestão federal, enquanto presidente mantém liderança na corrida eleitoral de 2026, mas enfrenta resistência à reeleição.

A mais recente pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quarta-feira (5), revela um cenário de equilíbrio na avaliação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O levantamento aponta que a gestão federal registra empate técnico entre aprovação e reprovação, refletindo um eleitorado dividido sobre o desempenho do Palácio do Planalto.

Segundo os dados, 36% dos entrevistados classificam o governo como positivo, enquanto outros 36% avaliam a administração de forma negativa. Já 26% consideram a gestão regular, e 2% não souberam ou preferiram não responder.

A pesquisa também investigou a percepção dos brasileiros sobre os rumos do país. Para 38% dos eleitores, o Brasil segue na direção correta sob a atual administração, enquanto a maioria demonstra algum grau de insatisfação com o cenário nacional.

Outro dado relevante do levantamento é a avaliação sobre uma eventual recondução de Lula ao cargo. De acordo com a sondagem, 55% dos entrevistados afirmam que o presidente não deveria permanecer por mais um mandato, enquanto 44% defendem sua reeleição em 2026.

Apesar da divisão na avaliação do governo, Lula continua liderando a disputa presidencial em um dos cenários testados para o primeiro turno. O presidente aparece com 39% das intenções de voto, seguido pelo senador Flávio Bolsonaro (PL), que registra 30%.

Na sequência surgem o presidente do Movimento Missão, Renan Santos, e o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), ambos com 4%. O ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), aparece com 2%, enquanto Cabo Daciolo (Mobiliza), Augusto Cury (Avante) e Samara Martins (UP) somam 1% cada. Outros quatro nomes incluídos na pesquisa não alcançaram pontuação.

A pesquisa Genial/Quaest foi realizada entre os dias 31 de julho e 3 de agosto, com 2.004 entrevistas presenciais em todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

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