Rui Costa atribui avanço do emprego e da renda na Bahia à parceria com Lula e Jerônimo
Estado criou 251 mil postos formais entre 2023 e 2025; candidato ao Senado também destaca aumento da renda, da aprendizagem profissional e do número de empreendedores
O candidato ao Senado Rui Costa (PT) atribuiu à parceria entre os governos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do governador Jerônimo Rodrigues os avanços recentes do mercado de trabalho na Bahia. Entre 2023 e 2025, o estado criou 251.020 empregos formais, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).
O resultado é 62% superior aos 154.658 postos com carteira assinada gerados entre 2019 e 2021. A melhora também foi acompanhada pela redução do desemprego. Conforme a PNAD Contínua, do IBGE, a Bahia encerrou 2025 com taxa média anual de desocupação de 8,7%, a menor da série histórica iniciada em 2012. No quarto trimestre, o índice chegou a 8%. Os indicadores foram sistematizados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia.
“Quando Bahia e Brasil trabalham juntos, a gente consegue criar as condições para gerar emprego, aumentar a renda e abrir novas oportunidades para quem quer trabalhar e empreender”, afirmou Rui. Segundo o petista, a retomada de investimentos federais e a parceria com o governo estadual contribuíram para transformar os recursos em desenvolvimento e oportunidades.
O rendimento médio dos trabalhadores baianos também cresceu. Em 2025, o valor chegou a R$ 2.431, alta de 16% em relação aos R$ 2.087 registrados em 2022. Apesar do avanço, a renda média na Bahia permanece abaixo da média nacional, enquanto a informalidade ainda representa um dos principais desafios do mercado de trabalho estadual.
Entre os jovens, o número de aprendizes passou de 21.356 em 2021 para 33.162 em 2025, crescimento de aproximadamente 55%. Em comparação com 2024, quando foram contabilizados 29.067 aprendizes, o aumento foi de cerca de 4,1 mil vagas.
O empreendedorismo também apresentou expansão. A quantidade de microempreendedores individuais cadastrados na Bahia passou de 788.264, em 2022, para 844.651, em 2025. O crescimento foi de aproximadamente 56 mil registros, equivalente a 7%. Em 2019, o estado possuía 511.143 MEIs.
Para Rui Costa, a combinação entre geração de empregos, aumento da renda e crescimento do empreendedorismo produz efeitos em toda a economia. “Mais emprego significa mais renda circulando, mais consumo, mais empresas vendendo e mais oportunidades. É um ciclo positivo”, declarou.



