Bia Haddad vê SP Open como marco para o tênis feminino brasileiro
Principal cabeça de chave do torneio paulistano, tenista destaca surgimento de novos talentos, legado de Maria Esther Bueno e aposta na popularização do esporte em São Paulo
São Paulo voltou a receber um torneio da elite do tênis feminino com a primeira edição do SP Open, realizado no Parque Villa-Lobos. Para Beatriz Haddad Maia, principal cabeça de chave e atual número 27 do ranking da WTA, o evento representa mais do que uma disputa individual: é um marco para o crescimento e a popularização do tênis no Brasil.
“Espero que seja um marco e comece a escrever uma nova história para o tênis feminino brasileiro. Que deixe um legado e faça cada vez mais pessoas jogarem aqui no Villa-Lobos”, afirmou Bia, em entrevista ao Jornal Nacional.
O torneio, que vai até 14 de setembro, também homenageia o passado do esporte nacional. A quadra central foi batizada com o nome de Maria Esther Bueno, maior tenista brasileira da história, com 19 títulos de Grand Slam. “Ela é a nossa rainha do tênis. Uma mulher forte, que lutou muito. Que a gente não só homenageie, mas lembre que ela foi nossa maior inspiração”, destacou Bia.
O SP Open conta com sete brasileiras na chave principal, incluindo jovens promessas de apenas 15 anos, como Victoria Barros e Nauhany Silva. Para Bia, a interação entre atletas experientes e novatas é fundamental para o desenvolvimento do esporte no país. Além disso, parte da infraestrutura montada para o torneio permanecerá disponível para atletas amadores, ampliando o acesso ao tênis em São Paulo.
Com transmissão pelo Sportv3, o torneio da categoria WTA 250 reafirma o bom momento do tênis brasileiro, impulsionando a formação de novos talentos e reforçando a importância de valorizar seu legado histórico.



