Baterias definidas em Margaret. Gabriel chega líder, Ítalo invocado e John John precisa reagir

In Esporte, Surf On
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A parada mais longínqua do tour está de volta, Margaret River é um daqueles lugares que geralmente marcam a carreira de um surfista, para o bem ou para o mal, para nós que assistimos nunca é entediante ou enfadonho, é uma das etapas mais divertidas de assistir.

O conjunto de características que envolve o ambiente em Margaret River não é muito animador para um surfista comum, mas os melhores do mundo ignoram a distância, a água gelada, a distância do outside, os tubarões brancos e todo o habitat selvagem que envolve a localidade para surfar ondas que estão sempre na casa dos 6pés para cima, Margaret é uma onda cheia, pesada, bastante manobrável e de quebra ainda tem a bancada apelidada de The Box, um slab que além de muita técnica também exige do sufista muito extinto, no Oeste Australiano o show de surfe é certo.

Nos últimos anos John John, Michel Bourez, Sebastian Ziets e Adriano de Souza venceram ali, sempre em mares grandes e desafiadores, John John venceu em 2017 e 2019, e ainda fez final em 2015 perdendo para um Adriano absolutamente impossível, Adriano já havia feito semifinal e final nas etapas anteriores de Gold Coast e Bells, após a vitória em Margaret Adriano assumiu a liderança e deu o primeiro passo para seu título mundial. Ítalo já fez quartas de final nessa onda e também já fez um 8.17 em sua primeira onda da vida em The Box, levantando o público em todo o mundo pela atitude e espirito “go for it” ao colocar “pra baixo” em uma montanha bizarra.

Dos três primeiros colocados, o líder Gabriel Medina é o cara que tem o pior retrospecto naquela onda, sua melhor colocação foi um 5º lugar em 2014, de lá para cá o schedule de Gabriel foi uma sequência de derrotas na 2ª ou 3ª fase, sem nenhuma dúvida, Margaret é a onda mais difícil para o Champ, mas esse ano ele chega no Oeste Australiano líder absoluto, com 5mil pontos à frente de Ítalo e 10 mil a frente de John John, além disso, ele chega acompanhado da esposa, fato que muda todo o cenário motivacional, depois da final em Narrabeen ele manifestou o desejo de fazer final em Margaret, se isso acontecer, será a expressão máxima daquilo que chamamos de superação, e Medina não cansa de nos surpreender.

Gabriel chega com a confiança do líder, John John tem o surf mais encaixado naquela onda e precisa reagir, Ítalo tem mais atitude e está possesso com a derrota em Narrabeen, Jordy, Owen e Adriano costumam dar trabalho, e Morgan Cibilic vai para um perfil de onda completamente diferente das etapas anteriores, precisamos observar, mas não podemos dizer que será uma surpresa. Fiquem atentos, dia 02 de maio abre a janela no Oeste Australiano, a parada mais selvagem do tour.

Abaixo as baterias do Seeding Round

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