Racismo no surf feminino

In Esporte, Surf On
- Updated

Os olhos de Érica Prado ficam marejados diante da imensidão do mar. A moça é invadida por uma onda gigantesca de sentimentos. Ex-surfista profissional e jornalista esportiva, a carioca se emociona ao relembrar as dificuldades que enfrentou para viver o seu sonho. “Em Itacaré (município baiano onde cresceu), pedia ajuda aos comerciantes para bancar os custos das competições. Quando estava na água, minha preocupação era não perder num primeiro momento. Precisava dar uma alegria para as pessoas que acreditavam em mim”, diz. “O duro era ser forte quando a cabeça não estava legal. A falta do patrocínio mexe com o atleta, sabe? Ficava 48 horas na estrada, dormindo em rodoviária e economizando no almoço para comer algo no jantar. Batia uma insegurança na hora da disputa”, comenta Érica, que criou a página @surfistasnegras, no Instagram, para dar visibilidade a meninas como ela. “Precisamos de um movimento para mostrar essas garotas. Quem é visto é lembrado. É importante ocuparmos espaços, servimos de espelho.” informações de O Globo.

You may also read!

Transporte coletivo intermunicipal é liberado em 303 municípios baianos

Cidades inseridas em macrorregiões de saúde que apresentaram redução na taxa de contaminação e de ocupação de leitos para

Read More...

ELES PASSARAM A BOIADA, E AGORA INVENTARAM OUTRA MENTIRA

Ao lado do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, e do deputado estadual (PSL-SP) Frederico D’Ávila, o presidente Jair

Read More...

Justiça Militar ignora congelamento e prevê R$ 2 milhões para novos cargos

A Justiça Militar ignorou o impedimento de contratação de novos servidores, previsto na lei complementar 173, e incluiu a

Read More...

Leave a reply:

Your email address will not be published.

Mobile Sliding Menu