O Rappa se despede dos palcos baianos – Bahia Press

O Rappa se despede dos palcos baianos

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Depois de 25 anos de carreira, O Rappa anunciou sua parada. O último show em Salvador acontece no dia 23 de março, na Arena Fonte Nova, com abertura dos portões às 20h30. A noite ainda contará com o sound system da BaianaSystem.

“Parar está sendo uma decisão unânime e de muita maturidade. Entendo que todos devemos inclinar nossos esforços para mostrar aos nosso fãs novos projetos, álbuns e parcerias. O público terá muito para se deleitar e descobrir em cada um de nós, individualmente, o que soava como um todo.” Afirma Xandão, guitarrista e fundador do O Rappa.

O Rappa entrou para o seleto grupo de bandas que transcenderam seus 20 anos de estrada. Com mais de três milhões de discos vendidos em sua carreira, O Rappa, formado por Marcelo Falcão, Lauro Farias, Marcelo Lobato e Xandão,  hoje é uma banda que representa o grito das ruas, as emoções do cotidiano difícil, o apreço pela vida digna. São 11 álbuns lançados, muitos prêmios conseguidos (são recorde de prêmios em videoclipes até hoje) e diversos discos de ouro, platina e diamante, além de muita história para contar.

Comandada por Russo Passapusso, a BaianaSystem em seus shows apresenta riffs de guitarras, muita percussão e batidas eletrônicas que servem como pano de fundo para a crítica e a discussão de diversas questões sociais. Inspirada no Sound System jamaicano com tempero brasileiro, a atração surgiu em 2009. O primeiro disco foi lançado em 2010. Em 2017 lançou a canção Capim Guiné. “‘Multiplicados somos mais fortes’. É com essa mensagem que saiu o clipe do BaianaSystem”, afirma Russo Passapusso, um dos responsáveis pela composição, que tem a participação da angolana Titica e de Margareth Menezes.

Em 2016, a BaianaSystem ganhou visibilidade internacional com a faixa Playsom, que faz parte da trilha sonora do jogo Fifa 2016. A canção  integra o segundo álbum do grupo, Duas Cidades. Quando começou, o grupo tinha o objetivo de encontrar novas formas sonoras para a guitarra baiana. Oriunda do som das ruas, as influências vem do ijexá, afoxé, dancehall, pagodão, sambareggae, cumbia, chula, dub, cabula, kuduro, samba duro, cantiga de roda e eletrônica. No repertório, Playsom, Lucro (Descomprimindo), e Barravenida parte 2, além de Capim Guiné.

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